terça-feira, 28 de março de 2017

A direita precisa assumir que é paranoica e sádica

Definitivamente não dá para dialogar com direitistas. Aliás, nem dá para aceitar os direitistas. Defensores convictos de um mundo individualista, onde só pode se vencer sofrendo (ou roubando), com valores retrógrados do tempo em que se ia para a praia de pijama, os direitistas não cansam de mostrar que lógica, bom senso e altruísmo não é com eles.

Observando as declarações dos direitistas, nota-se a ausência total da sensatez. Quase todos se limitam a xingar os esquerdistas, sem mostrar qualquer tipo de argumento logico e convincente, apenas repetindo bordões e clichês e  defendendo as tolices que pelo menos servem para proteger seus interesses individuais.

Mesmo nas declarações aparentemente ponderadas, as ideias defendidas por eles são contraditórias e não raramente há a ginástica intelectual em tentar provar que o sofrimento é bom para alcançar o bem estar. Isso porque eles confundem tortura com desafio, coisas que direitistas tem dificuldade em diferenciar. Pelo menos para os outros, já que sadismo é frequente em declarações direitistas.

Há o costume frequente de acusar os outros daquilo que os direitistas cometem. É comum ver direitistas acusarem a esquerda de ser sádica e genocida quando a História comprova na prática que o Capitalismo matou e ainda mata mais gente do que a quantidade de mortos sob a suposta responsabilidade da esquerda. 

Lógica nunca foi a especialidade da direita, que acredita que a inteligência não está no cérebro e sim no diploma que carregam. Esquecem que a vida acadêmica nas faculdades não raramente é uma enganação e que a verdadeira sabedoria vem de experiências que nunca se pode ter nas salas de aula. 

Por acreditarem que somente a formação universitária garante a inteligência, direitistas se mantem na ignorância, pois acham que portar diploma em si já os fazem sábios, e portando "melhores" que os outros. Trocando em miúdos: "pensar para quê, se o diploma já pensa por mim?", dirá qualquer direitista.

É grave sermos comandados por gente gananciosa, ignorante e sádica. Mais ainda se ela for paranoica, com uma ideia fixa em um problema irreal, como uma criança que tem medo do Bicho Papão que supostamente mora embaixo de sua cama.

A paranoia é um transtorno onde uma pessoa cria um pavor intenso por um perigo que não existe. Vendo os vídeos criados por direitistas no YouTube, a manifestação de paranoia é frequente. Para a direita, quem não é direitista ou trai os direitistas é um perigo que deve ser eliminado a todo custo. Isso explica o sadismo também presente no pensamento de direita.

A paranoia presente nos direitistas é compreensível. Cientes de que o individualismo que defendem é nocivo e reprovável, além de quererem para si os bens que deveria estar em mãos alheias, tem um medo não assumido de perder bens ou de serem punidos por defenderem uma certa crueldade contra aqueles com quem eles não se afinam. Por isso agem com paranoia, como se um dia o erro que eles cometem em desejar o prejuízo alheio pudesse ser descoberto.

Os direitistas deveriam refletir muito sobre o mundo em que vivem. Mas antes deveriam assumir a sua paranoia e tentar curar o seu sadismo. Caso contrário, é melhor se isolarem em algum castelo bem distante em uma floresta na Europa. Quem vive na coletividade deve pensar coletivamente. E é por isso que as ideias de direita não valem mais para os dias de hoje, que exigem cada vez mais pessoas racionais e altruístas.

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