terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Bondade nada tem a ver com crença religiosa

É estigmatizado o conceito de que as pessoas religiosas são mais bondosas que as não religiosas. calcadas em estórias fictícias, como autênticas mitologias, as religiões não deveriam ter qualquer tipo de relação com bondade. O negócio delas é entreter com contos de fadas e só. 

A bondade exige algo que tenha mais a ver com realidade. A crença em seres imaginários e estórias mirabolantes na garante que uma pessoa seja melhor que as outras. Do contrário que os religiosos insistem em afirmar, as religiões tem travado a evolução da humanidade.

 A falta de lógica e o desprezo pela racionalidade impostos pelas religiões tem feito com que muitos fiéis atrofiassem ou distorcessem sua compreensão da realidade, o que tem resultado em muita inércia intelectual e muitos danos sociais, derivados dos preconceitos resultantes desse tipo de inércia.

As religiões nunca foram boas para sociedade nenhuma. Crer em algo só porque alguém confiável lhes disse, nunca deve substituir a razão. Com a mais absoluta certeza, os cérebros não habitam nossas cabeças com a única finalidade de dar peso às mesmas. São computadores internos que existem para processar ideias, e não aceitá-las sem questionar.

E a bondade, desculpa esfarrapada para justificar a existência das religiões, dispensa qualquer tipo de crença. Na verdade, para ser bom, precisamos apenas acreditar nos seres humanos. Ter a noção exata de que os outros precisam viver com bem estar e qualidade de vida. As religiões têm se atrapalhado em sua maioria (raro honrosas exceções, como por exemplo, na Teologia da Libertação) das tentativas de ajudar o próximo. Muitas delas tem superfaturado seus orçamentos, acabando por enriquecer lideranças que estranhamente passam a ostentar um padrão de vida incompatível com as profissões que alegam ter.

Mas não precisamos das religiões para fazer o bem. basta você observar os problemas e tentar resolvê-los usando a lógica e o bom senso e fazendo um planejamento adequado de resolução prática. fazendo isso, não dependeremos mais de um velhinho de barba metido a superpoderoso a ser solicitado a todo momento para fazer coisas mirabolantes que só são possíveis na ficção. Os religiosos andam lendo contos de fadas demais.

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