sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Regras de conquista não garantem bons relacionamentos

Todos negam, mas todos sabem que para se conquistar uma mulher é preciso seguir uma série de regras, estabelecidas pelas mulheres e consagradas pela sociedade, várias bem difíceis para a maioria dos homens.

As regras são aquelas: homens tomando iniciativa, em ambiente de festas (bares, boates, bailes, carnaval e afins), com modo de falar, de gesticular padronizados, etc.. Além de claro, aquele jeitão "James Bond" que há muito tempo não serve para provar se um homem serve para "marido" ou não.

Quem defende a existência de tais regras argumenta que, além de tornar o processo de conquista mais "carinhoso" e "descontraído", ajuda a escolher o parceiro certo para uma relação estável. Será?

Experiências observadas há muitos anos mostram que isso não é verdade. Não se sabe o exato motivo  que faz com que as regras de conquista sejam assim tão rígidas, mas a suspeita mesmo é que seja para dificultar mesmo, graças a imensa desconfiança que as mulheres tem de homens que elas não tem convivência.

Muitos relacionamentos que começam de rituais muito bem seguidos, acabam resultando em casamentos fracassados que muitas vezes se arrastam por causa de motivos sociais ou até interesses financeiros.

Homens privilegiados adoram, pois elimina concorrência "fraca"

Os homens que conseguem satisfazer as exigências femininas até gostam das regras. Claro. Conseguem satisfazer o cumprimento dessas regras. Além disso, têm a consciência de que essas regras eliminam aqueles que não conseguem segui-las, criando uma "seleção natural" que elimina os concorrentes suposta incapazes.

E aqueles que são excluídos do processo têm que abrir mão da escolha da companheira (ficando com as menos atraentes) ou simplesmente se conformarem por estarem fora da "competição", assistindo de binóculo os outros homens curtindo os seus "troféus" conquistados pelo "trabalho árduo".

Regras poderiam ser mudadas

Mania dos brasileiros de acharem que democracia significa o bem estar da maioria e não de todos. Todos deveriam ter acesso aos mesmos benefícios. Não deveria haver regras que beneficiem apenas um grupo, deixando indivíduos prejudicados.

Se as regras não são garantia de sucesso para relacionamentos, não há motivo para mantê-los em rigor. As mulheres poderiam flexibilizar as suas exigências, se lembrando da possibilidade de que, muitas vezes aquele que aparentemente não satisfaz certas exigências ou não frequenta os lugares de paquera, muitas vezes é o mais capaz para ser o companheiro ideal.

Mas a injustiça criada pelas regras tolas acaba separando as mulheres dos verdadeiros companheiros, trocando estes por provedores/protetores que podem até desviá-las dos perigos e dar bastante dinheiro. Mas são completamente fracotes quando o assunto é carinho e respeito humano. Neste aspecto, muitos "fracos" passam a ser os fortes.

Que as mulheres revejam as suas exigências e mudem o lugar das paqueras. Elas não sabem que só irão ganhar com isso.

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