sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Os opostos se repelem

Não sei qual foi a anta que inventou que nos relacionamentos, os melhores casais são formados pelos cônjuges com mais diferenças entre si. Certamente ele não deveria estar envolvido num relacionamento deste tipo para observar as consequências desastrosas da união entre entes tão diferentes entre si.

Quem adora ver casais formados por conjuges bem diferentes, acredita que isso serve como prova da suposta infalibilidade do amor, achando que isso aumenta o romantismo. Bah! Pieguice sem sentido!

A experiência mostrou e ainda mostra que a afinidade é um fator indispensável para o sucesso de um relacionamento. Colocar duas pessoas totalmente diferentes sob o mesmo teto é ruim e até fatal. Não dá para aguentar viver todo dia com alguém totalmente diferente. Incomoda, sabe?

Legal mesmo é você se casar com alguém que tenha afinidades, par que possam estar junto em um número mais de atividades. Não existe afinidade 100% e é bom que não exista, pois é nas pequenas divergências que aprendemos coisas novas. Mas pequenas, coisas que não gerem incômodos diários.

Eu mesmo decidi que só me caso se as afinidades superarem 75%. E as diferenças não devem ser do tipo que estraga o cotidiano do casal, que seja  algo que possa ser suportado.

Esse negócio de que os opostos se atraem só deu certo em energia elétrica. Na energia humana, legal mesmo é ser cada vez mais parecido. Quanto mais parecidos em personalidade forem os membros de um casal, maior o sucesso do casamento.

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Casal que briga por qualquer coisa costuma ter frustrações escondidas

ESPREMENDO A LARANJA:Foi por acaso que cheguei a este texto. Não costumo gostar da revista CARAS, por ela ser uma revista onde exalta o ego burguês das celebridades. Mas o texto abaixo é bastante reflexivo. Pena que não estava assinado, pois quem escreveu soube o que estava dizendo.

Sinceramente, estou cada vez mais convencido que a maioria das pessoas não se casa por amor. Amor é uma palavra linda e incessantemente utilizada como justificativa para a existência de muitos relacionamentos. Mas na verdade ops motivos são outros: interesse, obrigação social, ajuda e na melhor das hipóteses, pura confiança e/ou amizade fraterna. O modo de como começam as relações (joguinhos "afetivos" - coisa de gente imatura) e como as mesmas duram (namoros e casamentos que se arrastam apaticamente), já mostra que, por amor, quase ninguém de fato se une. A não ser que as pessoas deem o nome de amor a outros tipos de sentimento, algo que certamente eu, um homem inteligente e sensível, nunca irei concordar.

Casal que briga por qualquer coisa costuma ter frustrações escondidas

Revista Caras - Notícias

Se os confrontos viram rotina, é sinal de que os parceiros guardam alguma carência, seja na área sexual ou na afetiva, seja na da realização pessoal ou em qualquer outra. Muitas vezes, nem sabem disso. Descontam no outro sem perceber de onde vem o descontentamento. Só há um jeito de melhorar a situação: conversa, conversa e conversa. Até encontrar e desatar os nós da relação.

Alguns casais adoram brigar. Nem precisam de motivo. Fazem desse o seu modo de conviver, de se amar. Um modo muito ruim, convenhamos.

Tudo vira confronto. Se o marido chega em casa com bombons para a mulher, ela logo reage: “Você não sabe que estou de regime? Quer que eu fique gorda?” Ele tenta explicar: “Só queria te agradar, fazer um carinho”. Ela não baixa a guarda: “Se quer fazer um carinho, então me ajude com as crianças, em vez de trazer um presente que só serve para me angustiar”. Pronto, está formada a confusão. Ele se afasta, vai ver televisão, ler um jornal. Ela, ofendida, reclama que ele se recusa a conversar. O que era um momento de alegria vira um pesadelo.

Às vezes eles brigam só para marcar posição: discordam sobre algo e começam a discutir para ver quem tem razão; nenhum é capaz de ceder, ambos preferem bater o pé até o fim a admitir a razão do outro.

Em festas, o casal beligerante bate-boca por ciúme ou, quando um começa a contar uma viagem ou programa que fizeram juntos, o outro imediatamente passa a lembrar como o parceiro estava chato, não queria fazer compras, dormia muito etc, humilhando-o, numa espécie de bullying. Mesmo que não haja gritos, a animosidade é visível e acaba estragando a festa. O casal passa então a não ser mais convidado, afastando-se dos amigos.

Os filhos também fogem. Refugiam-se no quarto, deixam de comer com os pais. Sabem que qualquer faísca pode virar um incêndio.

Quando as brigas acontecem por motivos fúteis, frequentemente existe algo maior reprimido, que não é falado, não é resolvido, mas faz com que a agressividade ou frustração apareça. O conteúdo guardado (falta de realização, de sexo, de dinheiro, de carinho, de autoestima) é jogado sobre quem está mais perto, o parceiro, que se transforma numa lata de lixo de emoções reprimidas.

Nesses casos, uma boa conversa pode evitar os confrontos. Para que ela se realize, porém, é preciso que o casal reconheça que briga demais e queira descobrir o que provoca tal comportamento. Nessa conversa, cada um deve expor suas insatisfações e carências, sem agressão. Se isso não resolver, vale a pena procurar uma terapia de casal. Casais que relutam em procurar um profissional, podem tentar realizar sozinhos uma espécie de terapia, saindo uma vez por semana para jantar fora ou fazer qualquer outro programa, e aproveitando esses momentos para se perguntarem o que, afinal, está por trás de suas brigas. É importante que se comprometam a não se alterar nessas conversas. Ninguém é responsável por nossas frustrações e infelicidades. Culpar o outro não resolve nada. Temos que nos perguntar “o que está me frustrando?” Não dá para mudar o outro, mas dá para mudar a si mesmo.

Algumas vezes, as brigas são consequência da agressividade de um dos dois, que as utiliza para descarregar a tensão. Nesses casos, seria bom consultar um psiquiatra. Ele poderá recomendar medicamentos que controlam a agressividade, completando com uma terapia para descobrir as causas do comportamento.

Enfim, se existe carinho e amizade verdadeira, vale a pena investir em melhorar a situação do casal briguento, que, no fim, poderá dizer, como na música dos mestres Tom Jobim (1927-1994) e Vinicius de Moraes (1913-1980): “Bom é mesmo amar em paz/ Brigas nunca mais”.

domingo, 26 de outubro de 2014

Conselho para qualquer mulher tomar iniciativa no namoro sem parecer oferecida

A sociedade estipulou que para se começar um relacionamento, o homem é que deve tomar a iniciativa. Isso só favorece homens que tem uma relativa esperteza ou no mínimo coragem. Mas há homens, e não são poucos que não se dão bem no processo de conquista, por vergonha ou por outros fatores. Homens que não tomam a iniciativa têm sério risco de ficarem solitários.

Homens mais espertos e corajosos detestam que mulheres tomam iniciativa, as  rotulando de "fáceis", "oferecidas" ou até de "putas". Para este tipo de homem, proibir a iniciativa feminina tem a vantagem de tirar do caminho aqueles que são considerados menos capazes, garantindo aos privilegiados o beneficio que nem eles sabem aproveitar. 

E é aí que as injustiças começam, já que é muito comum excelentes conquistadores se tornarem péssimos namorados e maridos. Como resolver a situação das mulheres se os caras bons de papo são ruins em convívio e vice-versa. Bom, se elas querem caras bons de convívio, o jeito é tomar iniciativa.

Só o preconceito classifica a mulher que toma iniciativa de "puta"

É um erro a sociedade tachar a mulher que toma iniciativa de "vulgar". Sei que faz parte da prostituição tomar a iniciativa para chamar "fregueses". Mas isso é um caso a parte e não justifica considerar que somente mulheres de má vida tomam iniciativa.

Uma mulher que se julgue independente, decidida, com vontade própria com certeza, teria a preferência de tomar a iniciativa. A vantagem é que ela pode ir justamente no homem que ela quer, já que tudo partiu dela, não esperando que algum espertinho cafajeste a tome como "troféu".

Uma coisa importante: muitos homens sabem que a maioria das mulheres são muito retraídas no processo de conquista, em muitos casos não por timidez, mas por medo de homens mal-intencionados. Isso faz com que homens bem-intencionados não tomem iniciativa por não saberem ter a delicadeza de chegar em uma mulher que não os conhece. O caso oposto é muito raro, pois homens costumam ser bem receptivos a contatos com mulheres, o que facilitaria o êxito da iniciativa feminina, do contrário da iniciativa masculina.

Somente mulheres sabem como querem ser conquistadas. O mesmo acontece com o sexo oposto

Uma comunidade do Orkut, "Como conquistar uma mulher", é bem troncha e não ajuda nada. Além de partir do erro de que as dicas só podem ser dadas por homens (que não conhecem a mente feminina, só supondo o que elas pensam), os conselhos dados por lá são vagos e baseados em suposições e em antigos estereótipos de paquera, sem esclarecer realmente o que as mulheres querem. A ausência de mulheres na moderação colabora e muito para todo o fracasso da comunidade, que acaba não ajudando ninguém que queira fugir da paquera estereotipada.

Como sou altruísta, uso esta postagem para mostrar as mulheres como um homem gostaria de ser conquistado, baseado no cotidiano e não em crenças ou estereótipos.

Instruções para a mulher tomar iniciativa de maneira decente

1 - DESISTA DOS TRADICIONAIS LUGARES DE PAQUERA -  O primeiro passo para a mulher tomar a iniciativa é esquecer os lugares comuns de paquera, como bares, boates, festas, carnaval, etc.. Os homens que vão lá são do tipo "pegador", que gosta de tomar iniciativa e não querem nada sério. Conquistar para eles, é um hobby e "caçada a presa", eles partem logo para "caçar outra presa". No way. Esquece.

2 - DECIDA QUE TIPO DE HOMEM VOCÊ QUER -  Escolhido o tipo, procure saber qual o "habitat" dele. Se, por exemplo, você estiver a procura de um tipo intelectualizado, porque não uma biblioteca? Vá ao lugar e crie o seu papo inicial.

3 - NÃO FALE SOBRE NAMORO NO INÍCIO - Evite assuntos sobre vida afetiva na conversa. Converse sobre assuntos relacionados com a ocasião. Mas mesmo assim, demonstre interesse com gestos que possam passar ao homem desejado uma simpatia, gestos que garantam ao homem que você gostou dele. Evite assuntos polêmicos e concentre-se no contexto do momento. Raramente há erro, a não ser que o cara não esteja a fim mesmo de conversa ou de você. Mas isso você só vai saber se puxar o papo.

Pronto. Se o cara gostar, foi um grande passo dado. Agora é só atentar aumentar a intimidade e puxar outros assuntos, deixando cada vez mais claro o interesse, a caminho de um relacionamento gostoso, responsável, respeitoso e com afinidade.

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Deficit TDAH Adulto e diagnósticos

ESPREMENDO A LARANJA: Como um quarentão portador de TDAH, tenho a obrigação de postar isso. As minhas maiores dificuldades na vida têm relação com o TDAH.

Deficit TDAH Adulto e diagnósticos

sexta-feira, 8 de outubro de 2010 - Extraído do blog Crianças Felizes Demais

Confira os 10 sintomas mais comuns em adultos com déficit de atenção:

Os critérios diagnósticos convencionalmente utilizados para TDAH, incluindo os sintomas mais comuns, foram desenvolvidos com base na forma como ele aparece nas crianças. Estes sintomas incluem esquecimento excessivo, desatenção, bem como uma incapacidade de se sentar quieto, constantemente se mexendo. No adulto, os sintomas do déficit de atenção e hiperatividade se manifestam de maneira diferente, mais sutil. Isto pode tornar mais difícil reconhecer e diagnosticar TDAH adulto.

Sintoma n º 1: Problemas Com a Organização
Para as pessoas com TDAH, o aumento das responsabilidades da idade adulta – trabalho, contas a pagar, e as crianças, para citar alguns – pode dar problemas com a organização mais importantes e mais nocivas do que na infância. Embora alguns sintomas TDAH são mais irritantes para as outras pessoas do que para a pessoa com o problema, a desorganização é frequentemente identificado por adultos com TDAH como um grande aspecto do seu impacto na qualidade de vida.

Sintoma n º 2: Dirigir carro destraidamente – Acidentes de Trânsito
No TDAH no adulto torna difícil manter a sua atenção em uma tarefa, para passar o tempo ao volante de um carro pode ser difícil. Devido a isto,o TDAH pode tornar algumas pessoas mais susceptíveis a acidentes de trânsito, e até perder a sua licença de motorista, sem falar as multas e pontos na carteira.

Sintoma n º 3: problemas conjugais
Muitas pessoas sem TDAH têm problemas conjugais, naturalmente, um casamento conturbado não deve ser visto como um sinal de alerta para adultos com TDAH. Mas existem alguns problemas que tornam particularmente susceptíveis as pessoas com TDAH de terem seus relacionamentos atrapalhados. Muitas vezes, os parceiros de pessoas diagnosticadas com TDAH veem o seu conjuge com dificuldades de escutarem pedidos feitos e até uma incapacidade de honrar compromissos, fica como um sinal de que seu parceiro não se importa. Se você é a pessoa que sofre de TDAH, você pode não entender por que seu parceiro está chateado, e você pode sentir-se culpado por algo que não é sua culpa.

Sintoma n º 4: Distração Extrema
O Déficit de Atenção e hiperatividade é um problema com a regulação da atenção, na forma adulta do TDAH, a pessoa pode ter difículdade grande em focar, gerando uma distratibilidade muito grande. A distração pode levar a uma história de baixa performance na carreira, especialmente em cargos de alta competitividade. Se você tem TDAH, você pode descobrir que telefonemas ou e-mails, ruídos, qualquer solicitação externa afetam a sua atenção, o que torna difícil para você para terminar de fazer alguma coisa. É comum ver pessoas com déficit de atenção que começam as coisas e nunca terminam

Sintoma n º 5: Dificuldade em Ouvir
Você viaja no pensamento durante as longas reuniões? Será que seu marido esqueçe de pegar seu filho na escola, mesmo que você ligou para lembrá-lo disto? Problemas com atenção resultar em má compreensão oral, em muitos adultos com TDAH, o que conduz a uma série de mal-entendidos.

Sintoma n º 6: Inquietação, Problemas para Relaxar
Embora muitas crianças com TDAH são “hiperativas”, este sintoma freqüentemente aparece diferentemente TDAH em adultos. Os adultos com TDAH estão mais propensos a apresentar agitação ou achar que não podem relaxar. Se você tem TDAH, outros podem te descrever como uma pessoa nervosa ou tensa.

Sintoma n º 7: problemas ao iniciar uma tarefa
Assim como as crianças com TDAH frequentemente adiam o início da realização da lição de casa, as pessoas com TDAH no adulto frequentemente se arrastam ao iniciar tarefas que exigem muita atenção. Esta  procrastinação agrava muitas vezes os problemas já existentes, incluindo desavenças conjugais, problemas trabalho, e problemas com os amigos.

Sintoma n º 8: Atraso Crônico
Existem muitas razões para adultos com déficit de atenção e hiperatividade serem geralmente atrasadas nos compromissos. Primeiro, eles são muitas vezes distraídas no caminho até um evento, talvez percebendo que o carro precisa ser lavado e, em seguida, percebendo que eles estão com pouca gasolina, e antes que eles percebam que já passou uma hora. Pessoas com TDAH também tendem a subestimar o tempo que leva para finalizar uma tarefa, se é uma tarefa importante no trabalho ou uma simples tarefa de casa.

Sintoma n º 9: Ímpetos de raiva
O TDAH freqüentemente leva a problemas com o controle das emoções. Muitos adultos com TDAH são explosivos com pequenas questões, tem o chamado pavio curto. Muitas vezes, a pessoa com TDAH sente como se eles não têm controle sobre suas emoções. Muitas vezes, a sua raiva aparece mais rapidamente que a capacidade em controlá-la.

Sintoma n º 10: Prioridade nas Coisas
O déficit de atenção pode causar dificuldades no planejamento das ações. As pessoas adultas com TDAH tem dificuldade em priorizar as obrigações mais importantes a cumprir, como o término de um trabalho, enquanto gasta inúmeras horas em algo insignificante, como um vídeo game.

Tratamento do TDAH no adulto

O tratamento do TDAH começa com o diagnóstico correto feito por um médico. Existem boas opções de tratamento do TDAH no adulto. As mesmas medicações usadas na criança podem ser usadas no adulto. O tratamento medicamentoso deve ser reservado para os casos nos quais aconteça algum prejuízo, alguma dificuldade na vida do paciente. Considerando que o TDAH pode estar associado a probelmas diversos como quadros depressivos, ansiedade, problemas com álcool e drogas, estas condições devem sertratadas também.

MEDIDAS NÃO FARMACOLÓGICAS

Várias linhas de psicoterapia podem ser indicadas. No caso de adultos casados, com freqüência algumas intervenções necessitam ser realizadas com o cônjuge. No caso de crianças e adolescentes, há programas de orientação e treinamento para pais e professores. Existem propostas muito interessantes de reestruturação do ambiente escolar e doméstico para crianças com Transtorno do Déficit de Atenção com ou sem Hiperatividade. Existem também várias recomendações que podem ser fornecidas ao paciente, de acordo com cada caso em particular, que amenizam suas dificuldades no dia-a-dia (tais como esquecimentos, uso de agenda, foco em uma tarefa, etc). Associação de técnicas Cognitivo Comportamentaiscom tratamento medicamentoso tem eficácia comprovada.

TRATAMENTO COM REMÉDIO

Existem muitos profissionais que prestam um GRANDE DESSERVIÇO à comunidade quando afirmam em meios de comunicação que os medicamentos “entorpecem” os pacientes, os tornam “robotizados”, “zumbis” e que este é um meio artificial de controle da doença. Geralmente são profissionais que não podem receitar medicamentos, é claro. Estão desinformados e provavelmente nunca acompanharam de perto um número suficiente de pessoas com Transtorno do Déficit de Atenção com ou sem Hiperatividade antes e depois do tratamento farmacológico para observar a enorme diferença na vida destes indivíduos.

Vários remédios podem ser prescritos no tratamento do Transtorno do Déficit de Atenção com ou sem Hiperatividade, havendo evidências mais sólidas de eficácia com os psicoestimulantes Metilfenidato (Ritalina ou Concerta), Pemoline (Cylert), e as Anfetaminas (Dexedrine, Adderall) não são disponíveisno Brasil. Em alguns casos o modafinil (Stavigile) pode ser usado.

Os Psicoestimulantes são a primeira escolha no tratamento de Transtorno do Déficit de Atenção com ou sem Hiperatividade segundo o NIH – National Institute of Health, dos EUA. Existem mais de 170 estudos clínicos, com mais de 6.000 pacientes avaliadas, sendo que 70% respondem com um único estimulante (o que é considerado muito bom). Os psicoestimulantes melhoram não apenas os sintomas típicos de Transtorno do Déficit de Atenção com ou sem Hiperatividade (desatenção, impulsividade e hiperatividade), como também aqueles de condições coexistentes (especialmente ansiedade e depressão) além das explosões de raiva e comportamento intempestivo.

EFEITOS COLATERAIS

Os efeitos colaterais com o uso de psicoestimulantes ocorrem em apenas cerca de 4% dos pacientes e são: insônia, diminuição do apetite, dores de estômago e cabeça e vertigem. Algumas crianças desenvolvem tiques quando iniciam o uso de estimulantes, mas não se sabe se a medicação causa os tiques ou se ela simplesmente revela uma condição pré-existente (crianças que têm Doença de Tourrette, caracterizada por múltiplos tiques, por exemplo). Existia uma crença de que o uso de estimulantes retardaria o crescimento de crianças e por isso se recomendava os “feriados” (alguns dias ou o final de semana) ou “férias” (meses) terapêuticas. Recentemente estudos mostram que isto NÃO ACONTECE!

OUTROS REMÉDIOS

Antidepressivos podem diminuir a agressividade, melhorando também os sintomas de ansiedade e depressão freqüentemente observados em portadores de Transtorno do Déficit de Atenção com ou sem Hiperatividade. Clonidina (Atensina), um medicamento para tratamento de hipertensão arterial, parece estar associada a resposta favorável em bom número de casos. Neurolépticos, remédios que atuam na dopamina podem ser usados, quando os estimulantes promovem aumento do comportamento motor ou quando existe  déficit cognitivo associado (retardo mental).

ATENÇÃO, NÃO SE AUTOMEDIQUE! Consulte um médico para fazer o seu diagnóstico e iniciar o melhor tratamento.

Espaço medico esclarecedor.
http://cefaleias.com.br/tdah
Dr.Mario Peres

domingo, 19 de outubro de 2014

Atração ou confiabilidade?

É triste dizer isso, mas normalmente gostamos das mulheres erradas. É uma regra que as mulheres mais interessantes tendam a decepcionar no caráter.

Ao tentar procurar informações sobre uma ex-colega que ele gostava muito, meu irmão se deparou com um conjunto de informações sobre uma praticante de extorsão procurada pela polícia que casava com as informações sobre a tal ex-colega. As informações são de 1998 e acredita-se que ela esteja deportada, presa e talvez, morta, já que não aparecem informações recentes sobre ela.

Muito triste esta situação. A minha paixão de adolescência dá sinais de que vive fugindo de alguma coisa. Tem um circulo de amizades fechadíssimo, rompeu com a melhor amiga dos tempos de adolescência e vive negando contato comigo. Numa das vezes que a vi, ela parecia triste, acompanhada da filha pequena, dando sinais de que não estava satisfeita com a sua vida.

É muito fácil para mulheres interessantes conseguirem o que querem, licitamente ou não. Basta arrumar algum homem a fim e partir para o objetivo verdadeiro.

Enquanto isso, mulheres sem atratividade demonstram aparentar seres tão bondosos.

Não dá para ficar ao mesmo tempo com a atração e com a confiança. Como as duas são essenciais num relacionamento conjugal, o jeito é ficar só, aguardando uma raríssima mulher que possa unir as duas coisas numa só.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Regras de conquista não garantem bons relacionamentos

Todos negam, mas todos sabem que para se conquistar uma mulher é preciso seguir uma série de regras, estabelecidas pelas mulheres e consagradas pela sociedade, várias bem difíceis para a maioria dos homens.

As regras são aquelas: homens tomando iniciativa, em ambiente de festas (bares, boates, bailes, carnaval e afins), com modo de falar, de gesticular padronizados, etc.. Além de claro, aquele jeitão "James Bond" que há muito tempo não serve para provar se um homem serve para "marido" ou não.

Quem defende a existência de tais regras argumenta que, além de tornar o processo de conquista mais "carinhoso" e "descontraído", ajuda a escolher o parceiro certo para uma relação estável. Será?

Experiências observadas há muitos anos mostram que isso não é verdade. Não se sabe o exato motivo  que faz com que as regras de conquista sejam assim tão rígidas, mas a suspeita mesmo é que seja para dificultar mesmo, graças a imensa desconfiança que as mulheres tem de homens que elas não tem convivência.

Muitos relacionamentos que começam de rituais muito bem seguidos, acabam resultando em casamentos fracassados que muitas vezes se arrastam por causa de motivos sociais ou até interesses financeiros.

Homens privilegiados adoram, pois elimina concorrência "fraca"

Os homens que conseguem satisfazer as exigências femininas até gostam das regras. Claro. Conseguem satisfazer o cumprimento dessas regras. Além disso, têm a consciência de que essas regras eliminam aqueles que não conseguem segui-las, criando uma "seleção natural" que elimina os concorrentes suposta incapazes.

E aqueles que são excluídos do processo têm que abrir mão da escolha da companheira (ficando com as menos atraentes) ou simplesmente se conformarem por estarem fora da "competição", assistindo de binóculo os outros homens curtindo os seus "troféus" conquistados pelo "trabalho árduo".

Regras poderiam ser mudadas

Mania dos brasileiros de acharem que democracia significa o bem estar da maioria e não de todos. Todos deveriam ter acesso aos mesmos benefícios. Não deveria haver regras que beneficiem apenas um grupo, deixando indivíduos prejudicados.

Se as regras não são garantia de sucesso para relacionamentos, não há motivo para mantê-los em rigor. As mulheres poderiam flexibilizar as suas exigências, se lembrando da possibilidade de que, muitas vezes aquele que aparentemente não satisfaz certas exigências ou não frequenta os lugares de paquera, muitas vezes é o mais capaz para ser o companheiro ideal.

Mas a injustiça criada pelas regras tolas acaba separando as mulheres dos verdadeiros companheiros, trocando estes por provedores/protetores que podem até desviá-las dos perigos e dar bastante dinheiro. Mas são completamente fracotes quando o assunto é carinho e respeito humano. Neste aspecto, muitos "fracos" passam a ser os fortes.

Que as mulheres revejam as suas exigências e mudem o lugar das paqueras. Elas não sabem que só irão ganhar com isso.

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Para a sociedade, ser simpático significa ser divertido

Já repararam que os brasileiros não valorizam o caráter? Para a maioria de nossa sociedade, pessoa agradável que possa ser considerada simpática deve ser divertida. E em muitos casos isso já basta. 

Um conceito errado que a sociedade estipulou, que subestima a personalidade das pessoas na hora de estabelecer relações de convívio. Uma pessoa que seja bondosa, sensata, mas não seja muito brincalhona, é considerada antipática e é frequentemente afastada desse convívio. Enquanto outra de caráter duvidoso, com capacidade latente de gerar danos aos outros, pode ser facilmente aceita simplesmente pela facilidade em fazer os outros sorrirem.

Além de ser uma injustiça, onde o portador da melhor personalidade é rejeitado, cria-se o risco de surgir uma oportunidade para que o "simpático" mostre as suas verdadeiras intenções, causando danos ao grupo, mesmo que a longo prazo. Muitos casos de traição surgem desse modo.

A sociedade precisa rever seus valores e saber que o caráter é mais importante que a descontração. Mas até nisso o interesse da coletividade não está perdido! Aquele cara fechado que é legal pode se tornar um cara descontraído, se ele encontrar empatia n grupo onde ele se inserir. Ou seja, aceitar alguém que não é muito solto pode ajudar a soltá-lo, causando benefício a todo o grupo, inclusive no cara que outrora era considerado "antipático".

Então, que tal valorizarmos mais as pessoas pelo caráter. Humor é algo que pode ser adquirido com as circunstâncias e com o entrosamento mútuo. Quando aparecer aquele cara meio fechado, mas que parece legal, aceite-o. Ele pode até não gerar boas risadas no início, mas na melhora das horas todos poderão sorrir juntos, se a aceitação for feita.

Enquanto aquele risadinha meio suspeito pode chorar ao ver que seu talento de showman não conseguiu enganar ao grupo pretendido. Ensimesmado, deixará de ser a alegre hiena que conquistava a todos para satisfazer seus interesses mais mesquinhos. O show de humor acabará para este.

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

A apaixonante Maisie Williams

Quase que essa verdadeira materialização da meiguice passa despercebida por mim. Maisie Williams, a inglesinha que atua em Games of Thornes, para quem não a conhece, é o melhor exemplo da atualidade em candura tipicamente feminina. Tenho a impressão que a expressão "coisinha fofa" foi criada pensando nela. A propósito "Maisie" é um nome fofo e gostoso de pronunciar.

Williams tem postado em redes sociais vídeos e textos que mostram esse diferencial. Em um mundo onde as pessoas estão cada vez mais insensíveis, brutas e emburrecidas, existir alguém como Maisie é motivo de comemoração. E ela merece atenção.

Maisie é ideal para homens românticos e inteligentes que estão a procura de uma companheira para um relacionamento estável e que possa acrescentar algo aos membros do casal. Com certeza, Maisie representa o novo tipo de mulher que os homens desejam. Vejo muitas mulheres similares a ela que estão estabilizando seus relacionamentos conquistados com rapidez.

Ela também seduz pela dança, já que ela tem carreira paralela de dançarina profissional, integrante de um grupo da cidade de Bath (a cidade que nos deu o Tears for Fears). E como ela dança bem, com natural sensualidade, temperada com a meiguice típica que só ela possui.

Impossível não se apaixonar pela bela e meiga Maisie. Fala, gesticula e age como uma gatinha manhosa. Uma autentica gatinha manhosa.

Abaixo um vídeo com uma entrevista com ela que me fez chegar a seguinte conclusão: CASE COMIGO, MAISIE WILLIAMS!!!!




sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Porque as pessoas fazem questão de se casar, se vão viver a maior parte do tempo separadas?

É estranho ver que a maioria das pessoas faz questão de contrair matrimônio se sabe que vai passar a maior parte do tempo longe do cônjuge, por causa do trabalho. Se os casamentos fossem por amor, as pessoas sacrificariam a vida profissional para ficarem juntos a maior parte do tempo. Mas então porque se casam, sabendo desse inconveniente.

Na verdade, isso é uma das provas de que a maior parte dos casamentos não é por amor. É uma convenção social que ajuda a aumentar a auto-estima de quem contrai matrimônio. Quem casa se sente ao mesmo tempo mais valorizado e respeitado como adulto.

Por isso mesmo as pessoas se casam mesmo não sentindo nada de nobre em relação ao outro. E como não há o (verdadeiro) amor , mas outra sensação que recebe tal nobre denominação, não há problema em duas pessoas se manterem distantes durante maior parte do tempo. Se puderem satisfazer a execução das obrigações básicas de cada sexo (homem: dinheiro, mulher: procriação), tudo bem.

Esse papo de que casamentos são por amor é uma infantilidade. Mas colocar o amor como prioridade causa um fascínio nas pessoas que mesmo sabendo que não sendo real, fingir sua existência traz um conforto que empolga e as vezes até excita.

O amor ainda não faz parte da sociedade atual que adora usar o belo nome do sentimento nobre para classificar qualquer tipo de sensação. Casamentos não são por amor e quem admite essa realidade certamente é alguém que chegou à maturidade.

Vamos parar de sonhar. Se o amor "governasse" esse mundo, nossos costumes e convicções seriam muito diferentes. 

terça-feira, 7 de outubro de 2014

O encontro de duas pessoas exemplares

Esse foi um encontro de duas pessoas exemplares. Eles são fãs um do outro e só puderam se encontrar agora, graças as redes sociais. Ambos são ingleses e eu sou fã de ambos.

Ele, Ed Sheeran, um cantor/compositor/músico que está devolvendo inteligência e beleza à música, com um trabalho que mostra o seu diferencial em relação a um monte de bobagens que se ouve e se vê por aí. O cantor também se envolve em atividades altruístas e suas letras também estimulam a transformação interior das pessoas.

Ela é a atriz Maisie Williams, do seriado Game of Thrones, que além do talento mostrado em suas atuações, em sua vida particular tem se demonstrado uma garota exemplar, bem humorada, charmosa, inteligente e altruísta. Ela tem conquistado cada vez mais fãs, graças a vídeos e textos que ela põe nas redes sociais provando que mulher não precisa ser vulgar e "metida a sexy" para conquistar o afeto de muitas pessoas. Ah, e ela é uma gracinha, linda e charmosa como poucas.

Os dois provam que dá para ter esperança nos seres humanos e que existem indivíduos dispostos a remar contra a maré, oferecendo um diferencial de personalidade que valorize a inteligência, o bom senso e o altruísmo. Me alegra muito ver gente que se esforça em se melhorar.

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Teorias da Conspiração e a confiança nas instituições

Há um mito arraigado de que as teorias da conspiração são sempre mentiras, inventadas por quem está longe do poder oficial. As pessoas se acostumaram com as visões oficiais difundidas pelas tradições sociais e pela mídia. A própria confiança (cega) nas instituições faz com que pessoas desconfiem de teorias conspiratórias.

Como se as instituições fossem incapazes de errar, ou quando erram, são casos isolados. As instituições são sempre consideradas donas da verdade e o que elas dizem, por mais ilógico que pareça, é sempre considerado uma verdade. E o desinteresse da grande coletividade pelos bastidores dessas instituições "confiáveis" só reforça essa confiança cega.

Nem toda teoria conspiratória é falsa. Apenas a racionalidade e a pesquisa séria que pudesse comprovar a veracidade ou não das teses oficiais pode separar qual teoria conspiratória que é verdade e qual que é mentirosa.

Vou provar que nem sempre uma teoria conspiratória é mentira. A verdade sempre deve ser consequência da lógica e nunca deve entrar em contradição consigo mesma e nem consagrar absurdos.

No Brasil, várias convicções coletivas são absurdas. Os brasileiros, pouco afeitos a racionalidade, desinteressados em analisar, pesquisar e ignorantes do que acontece nos bastidores de suas idolatradas instituições, não é surpresa que muitas de nossas consagradas ideias da opinião pública sejam sem pé nem cabeça, mas ganhando força por causa das tradições. Afinal, uma mentira contada muitas vezes vira verdade. Ainda mais se ela for contada por instituições confiáveis.

Um exemplo banal de teoria oficial absurda, defendida por instituições confiáveis, mas desmentida por teorias consideradas conspiratórias é a ideia de que o futebol é patriotismo. A lógica prova que futebol nada tem a ver com patriotismo, se limitando a ser uma simples forma de lazer. Mas as instituições confiáveis, interessadas nos lucros que chegam dessa forma de lazer, criaram meios de hipnotizar as massas através da falsa associação entre futebol e civismo, transformando esta forma de lazer em dever, fazendo com isso que os lucros vindos dele sejam garantidos e inadiáveis.

E aí vão dizer que negar isso é uma "teoria conspiratória"? Mas a tese oficial é absurda, irracional! Como uma visão irracional pode ser mais aceita que uma visão racional, só porque é defendida por instituições confiáveis?

Isso foi só um exemplo, pois muitas ideias absurdas se consagram desta forma, perpetuando problemas, causando injustiças e provocando intermináveis brigas e processos entre as pessoas. Tudo por causa do nosso hábito de não usar o raciocínio, preferindo entregar a missão de raciocinar à instituições imperfeitas que não deveriam ser confiáveis.

Devemos dar mais ouvidos às teorias conspiratórias. Nem todas são verdadeiras, de fato. Mas muitas delas servem como alertas, devendo todas as teorias serem objetos de análise objetiva, despida de qualquer defesa de convicções tradicionais.

Só devemos acusar uma teoria de falsa se ela for realmente absurda. Pois a defesa de absurdos consagrados pelas instituições confiáveis é que tem travado a humanidade, que chega ao Século XXI muito mais emburrecida do que nas décadas anteriores.

Até porque muitas das instituições ganham fortunas e muito poder às custas de nossa burrice. E isso é um fato, não uma teoria conspiratória.

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Exemplos práticos de mulheres interesseiras

Todos sabem que a maioria das mulheres é interesseira. O instrumento utilizado pelo macho humano para seduzir a fêmea da mesma espécie, é o sucesso financeiro e a força física.

Antigamente os homens davam presentes e pagavam as contas pelas mulheres como agrado e forma de manifestar o amor através do simples altruísmo. Mas o que antes era uma manifestação de gentileza se transformou numa obrigação e exigência feminina indispensável, do tipo sine qua non. Sem dinheiro, sem namoro.

As mulheres exigem apenas as qualidades relacionadas a sustento e proteção (o padrão protetor/provedor). As qualidades não relacionadas a estes aspectos (como beleza facial, caráter, inteligência) são consideradas dispensáveis, mesmo que desejadas. Nesta postagem vamos nos concentrar no aspecto do sucesso financeiro do homem.

Segundo a sabedoria popular, mulher não gosta de homem, gosta é de dinheiro. E somente os homossexuais gostam de homem. É exagero, mas tem alguma verdade se observarmos a maioria das mulheres.

Claro que em toda regra há exceção e muitas mulheres não fazem questão do sucesso financeiro do pretendente. Mas essas são mais evoluídas, não guardando o instinto interesseiro das fêmeas, que vem desde a condição animal. Mas, infelizmente, as interesseiras são maioria.

Há também mulheres interesseiras que acabam se apaixonando de verdade pelos maridos após anos de convívio. É uma transição da evolução do caráter. Mesmo assim, o sucesso financeiro continuou como critério de escolha do pretendente, algo que mesmo neste caso, ainda é uma exigência desumana.

Nesta postagem, vou citar alguns casos de interesseiras ou supostas interesseiras que testemunhei pessoalmente. Pouparei a identidade das "pistoleiras", para não criar problemas. Vamos aos casos.

O golpe da barriga: escutando uma conversa de meus pais, soube que uma jovem prima minha, bastante materialista, mas infeliz, se casou com um jovem rico e logo procurou engravidá-la dele na tentativa de estabilizar a relação. Ao descobrir os interesses dela, o dito jovem, se divorciou dela, se limitando a dar uma pensão a filha que ambos tiveram. A família dele não tem boas relações com a minha prima.

"Eu não amo ninguém": uma conhecida da família, de muitos anos se casou a alguns anos com um aspirante a advogado. Ela não o ama (aliás, segundo ela, não ama ninguém), mas vive uma relação boa com ele - tipo amor fraterno - e tiveram recentemente uma filha. O cara é meio chato e do tipo "Maria vai com as outras", pois não tem personalidade marcante e só faz o que os outros fazem. Mas o título de advogado normalmente soa como música para os ouvidos de qualquer mulher.

Até a minha amada está nessa: a mulher por quem sou apaixonado desde a adolescência, que me recuso a revelar a identidade, também foi beneficiada por um marido riquinho, se dando ao luco de largar um emprego estável na prefeitura de uma cidade do RJ para se limitar a ficar de bar em bar com o companheiro de aparência insossa e hábitos monótonos.

Deitando em colchões: os irmãos Pereira foram "premiados". Até a amada de meu irmão é outra "pistoleira": sem curso superior e sem emprego, ganhou do marido - empresário - uma pequena rede de lojas de colchões, o que salvou a sua vida profissional e serviu para estabilizar a relação com o marido, outro chato insosso.

O "amigo" dos bandidos: uma outra prima minha que mora em um estado ao sul, se formou em Direito trabalhista, mas se casou com o colega que faz Direito Penal, que a colocou para trabalhar como sua assistente, apesar da especialização dela não ser esta. O irmão dela, que reprova a relação, vive dizendo que além de virar "capacho" do marido, a minha prima está correndo riscos, pois o trabalho do marido é nada mais, nada menos que tentar soltar bandidos. Um casamento que seguirá infeliz.

Nem todos os que dizem "Senhor, Senhor", entrarão no reino dos céus: uma colega de faculdade, espírita, namorava um rapaz que foi morar nos EUA. Ela, trabalhando sem estabilidade, estava bem animada com isso e esperava concluir o curso para ir morar com ele por lá. Ela deve estar hoje usufruindo os privilégios em morar em um país como os EUA.

A sogra banca tudo: uma outra colega está construindo toda a sua perspectiva de vida baseada em um trabalho que conseguiu por meio de sua sogra, que é dona de uma pequena empresa. Ela não assume o interesse, mas quem tem a coragem de dizer que não é?

O playboyzinho metido: um colega de faculdade metido, não muito bonito (tinha até a boca grande e muito bochechudo), mas com cerca de 1,80 de altura, com quem eu falava bem pouco era muito popular entre as mulheres. Tocava violão, fazia piadinhas grotescas na sala e fingia de "socialista". Mas aí descobri quem ele era: um playboyzinho rico, que só andava de carro - ele tinha um utilitário - e além de atrair as colegas , ainda tinha uma namorada lindíssima. Vão dizer que conquistava as mulheres por caráter?

O vovô sarado: um casal de amigos idosos de uma tia minha - não conheço o tal casal, a não ser de vista - era muito estranho. Apesar de ainda viverem juntos, estavam divorciados e moravam com uma bela jovem, linda, mas de comportamento modesto. Filha? Não. Era a nova esposa do tal idoso, que mantinha uma relação cordial com a ex-esposa do idoso, formando uma estranhíssima família.

Pedofilia legalizada: a irmã de um ex-marido de uma prima minha, já na adolescência, se casou com um quarentão com cara de galã e muito rico. Acho que quanto a isso, não precisa comentários.

Engenheiro no chat: uma gata da faculdade onde eu estudava, que eu estava tentando conquistar através de e-mail e que reclamou da linguagem carinhosa que eu usava nas mensagens, foi vista dias depois por mim no laboratório de informática fazendo um chat animado e deu para perceber que ela estava empolgada com o fato do cara ser engenheiro. Ela estava do lado de uma amiga e comentou alegremente sobre isso. Realmente mensagens carinhosas não são uma boa tática nos dias de hoje. Apesar de eu gostar delas.

O "plebeu" e o "nobre": uma outra prima minha era casada com um namorado da adolescência. Mas como ele estava com dificuldades de concluir a faculdade e ainda por cima, trabalhava com guarda de trânsito - emprego sem status - o trocou por um filho de uma família rica que foi colega dela na faculdade de Direito - sempre o Direito - um cara até legal, de personalidade modesta, culto, com quem tenho uma boa amizade. Mas dá para perceber que por mais legal que fosse, o sucesso financeiro foi crucial na escolha dele como marido.

Marcelo, o que você está fazendo? : não foram poucas as mulheres que, no início de uma conversa, descaradamente perguntaram a mim qual era a minha profissão, o que eu estava fazendo de "profissional" no momento. Como nunca trabalhei num emprego prestigiado, dá para perceber que as conversas brocharam.

E todas essas mulheres e outras "pistoleiras" devem sair no carnaval, todas alegremente cantando a famosa marchinha: "ei, você aí, me dá um dinheiro aí, me dá um dinheiro aí".