quinta-feira, 15 de março de 2012

Leighton Meester: "não vou casar sem amor"

A atriz que faz a Blaire no seriado Gossip Girl é uma das minhas musas favoritas. Ela sempre foi admirada por mim, não só pela beleza física mas também pela sua personalidade que une simpatia, charme e inteligência. Meester, que também é cantora e de bom gosto musical, acaba de dar uma declaração que prima pela coerência. Mais um motivo para dar mérito à admiração dessa bela atriz.

Entrevistada pela Marie Claire, revista da qual ela é capa neste mês, Meester disse que não se casaria com alguém só por gostar um pouquinho e que casamento para ela, só com o amor real e verdadeiro. Sem esse sentimento, nada feito.

Adorei essa declaração, pois Meester mostrou ser uma mulher decidida, que sabe o que quer e que não é submissa nem a modismos nem a instintos.

Comparando a declaração de Meester com o comportamento das brasileiras

A declaração de Meester se torna ainda mais interessante se levarmos em conta que no Brasil, as mulheres, tradicionalmente, desde meninas, são educadas para casar. Casar apenas, seja lá com quem for. Além da questão de (pseudo) moral, há o status social, já que "é feio" a mulher amadurecer sem marido.

E aí, na ânsia de agradar a sociedade, as mulheres idealizam um casamento que possa satisfazer as exigências dessa sociedade. Usam como critérios valores defendidos pela sociedade, escolhendo como pretendente alguém que possam apresentar à sociedade como "meu marido". Isso quando não se casam com o primeiro cretino que tiver estabilidade financeira, mesmo que não ganhe muito. Isso tudo sem o amor verdadeiro, quando muito através de uma leve paixão material.

Mas isso está mudando e já se observa em garotas nascidas a partir da segunda metade dos anos 80 uma menor preocupação com o casamento como afirmação social. Estas jovens, já começam a entender o verdadeiro valor de um relacionamento.

Talvez isso ocorra baseado na observação do fracasso nos relacionamentos das mulheres de gerações anteriores, estas ainda fiéis ao "dogma" do casamento obrigatório.

Esperamos que a declaração de Meester (nascida em 1986), influência para as jovens que assistem ao seriado que a consagrou, possa ajudar estas jovens em processo de esclarecimento, a refletir ainda mais sobre a importância de um casamento bem escolhido. A boa vontade delas em negar antigas crenças sobre o casamento já é um ânimo para a evolução mental dessas meninas.

Casamento, só com amor

Como forma de dar o nosso apoio a bela declaração da bela e sensata Leighton Meester, citamos o que Allan Kardec comentou, baseado nas orientações dos espíritos, em suas pesquisas de codificação da doutrina:

"Mas nem a lei civil, nem os compromissos que ela determina, podem suprir a lei do amor, se esta não presidir à união. Disso resulta freqüentemente, que aquilo que se uniu à força, por si mesmo se separa, e que o juramento pronunciado ao pé do altar se torna um prejuízo, se foi dito como simples fórmula. São assim as uniões infelizes, que se tornam criminosas. Dupla desgraça, que se evitaria se, nas condições do matrimônio, não se esquecesse à única lei que o sanciona aos olhos de Deus: a lei do amor. "

É isso, aí Leighton Meester. Por essa e outras que nós te amamos cada vez mais.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.